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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

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Indie rock no The Voice


Quem me conhece sabe que sempre acompanho The Voice, The X Factor UK/US e por aí vai. Ultimamente tenho visto mais o The Voice ~pra não perder o costume~ e tem muito talento bom por lá. Pra mim, os destaques são sempre os artistas indie. Claro que não é só porque o cara toca um som que eu curto que vou gostar, tem todo o estilo que envolve uma boa apresentação e blablabla.

Enfim, pra mim um puta destaque dessa temporada é o Taylor Phelan. O menino é super bom, tem um timbre lindo e uma baita presença de palco ~além do bom gosto musical, claro~. Não consegui achar um vídeo decente da apresentação live, então fiquem com a gravação de estúdio, que também é awesome. PS: cantar Neighborhood numa audição não é pra qualquer um <3


Um outro carinha que me simpatizo muito é o Matt McAndrew. Ele é o all package. Nesse vídeo ele canta com outro que também curto muito, o Ethan Butler. Mas o destaque ~pra mim~ é pro Matt <3


Existem muitos timbres que eu curto, e o da Jessie Pitts é um deles. Uma vibe super slow motion, ela tem um dos estilos que eu mais curto.


Se a Birdy já é fantástica por si só, uma pessoa pra cantar a música dela tem que ser no mínimo tão foda quanto. Jordy Searcy conseguiu com louvor.


Esse tem uma coisa que eu curto muito, eu ainda não descobri o que é, talvez seja a extensão da voz dele ou o bom gosto musical. De qualquer forma, ele é demais.


Acho foda quando as pessoas começam desde cedo a seguir seus sonhos, traçar um caminho e tals. Adorei essa versão do Justin Johnes. Ficou fofa, meiga e etc e tal.


Acho muito foda "voz rouca". Sério! O cara consegue cantar basicamente qualquer música de rock e o melhor: com estilo. Luke Wade faz isso muiiiiito bem.


xoxo,
tatah :}


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

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Rock indie brasileiro


O Brasil comparado com Inglaterra, Estados Unidos e afins, está super atrás no quesito indie rock de qualidade ~dentre outras coisas, mas né~ até porque essa vertente do rock se consolidou primeiramente com os britânicos e claro consequentemente com os americanos. Mas independente disso, o Brasil vem sim tomando uma fatia com bandas alternativas e sons diferenciados. Citando o Bonde do Rolê, vale lembrar que esse povo bem no início não fazia muito sucesso, mas não demorou muito pra que explodisse, até porque hoje ~grazadeux~ estamos muito mais evoluídos para novas aceitações musicais o/

Em primeiro, descobri a uns tempos atrás uma banda que me apaixonei pelo ep inteirinho. Estou falando de Tereza. Pra quem ainda não conhece, é uma banda carioca que faz uns sons a lá Legião com Bonde do Rolê e outras coisas mutcho doidas. O vocalista é um fofo e canta pra cacetemente bem. Vale ouvir todos os sons do ep dos carinhas, mas hoje escolhi a mais polêmica de todas, cês vão entender porque.


Outra descoberta recente foi da banda Tópaz. Os sons são bem tranquilos, mas tem uma good vibe. O que eu mais curto nesses caras é que eles conseguem fazer tudo bem eclético e não se prendem num estilo só.


Tem músicas que quando a gente ouve a primeira vez, bate aquela paixãozinha. Com Supercombo foi assim comigo. Achei muito muito muito legal os sons deles. É o tipo de música que a gente consegue imaginar sendo cantada por um cara britânica, saca? hahahaha E isso de certa forma, contribui bastante :3 #queletraéessapqp #meidentifiquei


Com um estilo mpb misturado com indie, Marcelo Jeneci canta com o coração. Gosto bastante das letras e das histórias contadas em cada música.


Quem lembra da Banda mais bonita da cidade? Eles fizeram um sucesso instantâneo com a música oração. Tinha esquecido deles, até que fui pesquisar e encontrei essa música linda <3


Um rock mpb bem melódico, Cícero é um cara sensível e consegue transmitir bem isso nas suas músicas. O timbre suave dele focado na expressão de cada palavra, é lindo demais.


Ta aí uma banda brasileira que conseguiu reproduzir bem o indie rock britânico. Uma coisa meio eletrônico, meio rock e whatever. É bem isso que o indie representa pra mim <3


A clássica, brega e suja, banda Uó. É realmente Uó, mas a gente gosta, vai. hahahaha


Sabonetes é uma banda bem "abrasileirada", mas com certeza tem potencial no nosso querido cenário indie.


Genial e de muito bom gosto, só consigo definir assim esse som da banda Gentileza. Que por sinal, é pura gentileza <3


Cabana Café: uma banda que devemos ficar de olho #sóacho :3


Com um estilo bem próprio deles, a Vanguart tem essa vibe mais pop, mas com certeza já conquistou meu coração.


Sabe quando você escuta muito uma banda quando era adolescente e esta mesma banda resolve "voltar" com músicas incríveis e bem do seu gosto? Então, Gram é tudo isso e um pouco mais.


E claro, pra finalizar: Bonde do Rolê <3 <3 <3 <3 <3 <3 #precisofalarnadané


xoxo,
tatah :}



terça-feira, 14 de outubro de 2014

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Folk for life


Se tem uma coisa que aprendi a curtir, foi folk. Durante um tempo eu ouvia Mumford & Sons e não conseguia sentir a vibe. Mas isso não demorou muito até que os caras me conquistassem e virassem preferência por aqui.

Para minha seleção de folk, trarei alguns bem conhecidos e outros nem tanto. Começando ~é claro~ com Mumford, fiquei absolutamente envolvida pela energia dos caras quando um colega começou a me mostrar os sons. Para postar aqui, fico com a mais linda de todas, I will wait ~for you~.


Mais recente, os caras da Lumineers estouraram numa hora boa. Quando o folk já caiu no gosto da galera e principalmente do cenário alternativo e o pessoal começou a ser mais receptivo ao "novo country". Curto muito as músicas e com certeza todo mundo que curte folk também gosta.


Phillip Phillips é um lindo que venceu a 11º temporada do American Idol. Como eu acompanha o programa, pude ver ele desde o início e sempre me simpatizei muito com o carinha. Dizer que ele é um querido, com muito bom gosto e uma voz linda de ouvir. A música Gone, Gone, Gone explodiu tanto que foi uma das mais baixadas na semana de lançamento no iTunes. O que dizer de um cara tão talentoso? Merece todo esse sucesso :3



Ta aí uma banda que tenho um carinho extra curricular: Of Monsters and Men. Tive a oportunidade de ver esses fofos ao vivo no Lollapalooza e foi uma experiência única na minha vida. O show foi lindo, os dois são uns queridos e interagiram bastante com o público brasileiro. Sem sombra de dúvidas, essa é a banda folk que eu mais amo. 


Acho a atriz Anna Kendrick uma fofa, linda e tudo de bom. Quando ela gravou esse clipe fez o maior sucesso e eu escuto/vejo até hoje. Com certeza merece estar aqui nesse post.


The Heat and the Heart é novo no pedaço, mas já tem o meu coração. A maior parte dos clipes são em sessions em diferentes lugares e situações. Os sons tem uma pegada mais down e o vocalista canta tão lindamente que eu ouviria qualquer coisa que ele cantasse.


Kodaline é outra banda que tem meu coração. Os caras não são totalmente folk, na realidade é um pop e alguns sons rola um banjo aqui e ali, mas acho tudo tão lindo que seria impossível não deixar esse som por aqui.


The Paper Kites é meio que uma mistura de Of Monsters and Men com The XX. Tem o folk de um lado e o down de outro ~o que eu acho uma mistura única e muito bem feita~.


Quando Passenger começou a tocar o tempo inteiro em qualquer lugar que eu ia, fui do adorar tipo muito muito muito ao odiar tipo muito muito muito. Mas isso passou e hoje escuto sem crise.


Old but gold. The Civil Wars é tão magnifico que fico triste por esquecer de ouvir mais vezes. Poison & Wine é o tipo de música que marca, poderia ouvir em looping infinito.


xoxo,
tatah :}



segunda-feira, 6 de outubro de 2014

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Classics indie rock


Recordar é viver. Por isso, hoje vou trazer aqui alguns sons que ~na minha opinião~ viraram clássicos do indie rock. Claro que muita coisa o povo já conhece, mas vale a pena ouvir as melhores das melhores <3

Strokes tem um dos melhores indices de músicas que ficam no repeat. Pode ser album mais antigo, ou até mesmo o último deles, que faz um puta sucesso aonde for tocado. Taken for a foll é demais, sempre que escuto rola aquela vibe saudosista ~embora a música não seja tão antiga, né gente? mas ok~ hahaha :}


Algumas músicas conseguem mexer comigo de uma forma sentimentalmente muito forte. E isso acontece bastante com quase todos os sons do Band of Horses. Nesse caso, em especial a The funeral, acabo lembrando dela quando vi ao vivo na primeira edição do Lolla. Foi tão puro e com uma vibe única, remember forever.


Ok, não tão indie, mas sim alternativo, Foo Fighters já é clássico por si só. Minha opinião? Everlong é uma das melhores músicas de rock dos últimos tempos e ouvir ao vivo essa afirmação só foi confirmada.


Franz Ferdinand tem meu coração. Gosto basicamente de tudo e pior ~ou melhor~ não sei escolher qual seria a melhor para estar aqui.


E o que seria desse post sem AM? hahaha Basicamente, nada. Assim como Franz, não sei dizer qual que eu prefiro, mas posso dizer que o último album deles é lindo do início ao fim, por isso escolhi uma dele.


A primeira vez que ouvi LCD Soundsystem eu fiquei WTF? Preciso ouvir mais, mais e mais hahaha a piração continuou por um bom tempo, mas até hoje fico maluca com esse som ~sim, ela demora bastante pra ficar fodassa~.


Posso dizer que essa música me inspirou em muitos aspectos da minha vida. The Kills é genial, uma mistura de rock, sintetizadores e puro estilo. Tape Song é a escolhida de hoje.


Lembro que quando conheci Arcade Fire não gostei muito, na verdade os sons não me prendiam. E hoje o que posso dizer é que... <3


Cara, esse som do Modest Mouse é único, é algo só deles. Pra quem ainda não conhece, vale ouvir ~e muito~.


Lembro de ouvir esse som do The Pigeon Detectives umas 20x seguidas assim que conheci. E hoje toda vez que escuto, tem o mesmo efeito. Foda isso.


Hot Chip consegue me transportar pra outra atmosfera ~queria que fosse assim sempre~. É incrível como os caras tenham essa característica só deles, o que torna tudo mais legal.


Interpol tem uma coleção de músicas boas e acabo preferindo a dos albuns mais antigos. Mas dessa vez, ando viciada nessa aqui.


Em matéria de Black Keys, posso dizer que sou pós graduada. Mas minha paixão pelos caras começou por um música mais nova e a partir dai, virei fã ~pra dizer, no mínimo~.


Acho que Foals não poderia não estar aqui. Por mais que seja uma banda super influente no cenário indie, eles se destacam nessa pegada mais em slow motion, que é o que eu mais adoro neles.


Pra finalizar, Ting Tings foi "a banda". E quando eu digo isso, digo que foi por eles que comecei a viciar nesse esse estilo de som. We walk pra mim, é a mais marcante.


xoxo,
tatah :}



segunda-feira, 29 de setembro de 2014

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Especial Queens of the Stone Age


O post de hoje é em homenagem e comemoração a banda stoner mais foda que eu conheço, Queens of the Stone Age. Os caras fizeram show em SP dia 25 e em POA 27 de setembro ~semana passada~ e botaram todo mundo pra pular e gritar. Foram dois shows no Brasil e eu como fã super me arrependi por não ter ido. Quando eles vieram no Lolla, na edição de 2013, eu tive o prazer de ver os caras ao vivo e olha, não é fraco. Com sons psicodélicos, guitarra pesada e vocal único do Josh Homme, eles conseguem levar o público ao delírio com qualquer música.

Hoje vou colocar aqui não apenas QotSA, mas também outras bandas de sucesso ~ou não~ que o vocalista Josh Homme participou. Como todo fã, me interesso muito por qualquer outro projeto paralelo que a galera ~mais precisamente o Josh~ faça por aí.

Começando com Them Crooked Vultures, Josh Homme assume o vocal e claro, o som fica com o estilo único do cara. Além disso, Dave Grohl tá na bateria e é nítido que tenha um som bem forte e até um pouco estilo Foo Fighters.


Outra banda que vemos o Josh Homme, mas dessa vez na guitarra, é Kyuss. O estilo é bem diferente de QotSA, mas merece estar aqui.


Eagles of a Death Metal é a banda que eu mais curto dos projetos paralelos. Com Josh na guitarra e não no vocal, mas ainda assim tem uma puta semelhança com QotSA e também tem uma sonoridade bem única, o que eu particularmente adoro. #verysexy


The Desert Sessions tem Josh como vocalista e por isso acaba sendo impossível não lembrar QotSA.


Já com Screaming Trees o Josh participou de uma turnê, o que foi o suficiente pra cair no gosto dos fãs do QotSA.


Com certeza além desses existem outros projetos e não só do Josh Homme, mas hoje o que eu quis trazer foram apenas esses.

Agora, deixo uma sequência de músicas preferidas minhas do Queens of the Stone Age <3












xoxo,
tatah :}



quarta-feira, 24 de setembro de 2014

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Baixe as últimas edições do BSIDES!



A partir de agora, além do setlist disponível lá na página da Basement no Facebook, a gente vai disponibilizar todas as músicas que foram ao ar aqui no Blog também!
São em média 30 músicas por edição que você precisa ter no seu HD. Vocês podem também fazer sugestões aqui nos comentários, citando bandas, shows ou músicas.

A primeira edição do programa foi ao ar dia 03 de Setembro e você pode baixar clicando aqui!


A segunda edição veio acompanhada do especial da banda Satellite Stories e foi o primeiro em que nós apresentamos o programa, veja o setlist e baixe aqui!


A terceira edição rolou na Quarta passada e nós caprichamos com o especial The 1975. Tenha todas as músicas do programa clicando aqui!


Durante esta semana a gente disponibiliza pra vocês o programa que vai ao ar hoje, dia 24/09, às 17h aqui na SIC Rádio!


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

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Indie rock remixes


Uma coisa que adoro: remix de música BOA. Tem tanto remix bom que acaba ficando melhor do que a original, né? Os mais clássicos são os da dupla do The XX. Os sons ficam impressionantes com os remixes, mas a original continua sendo linda e eu fico viciada nas duas alternativas, hahaha :3

Falando em The XX, vou fazer aqui uma seleção dos remix deles que eu mais curto. Na realidade eu poderia fazer este post só com os remixes deles, mas como também quero mostrar outras coisas beem legais, vou tentar me conter. HÁ! Esse som é um dos mais alternativos na minha opinião, o remix não é nada deep lounge, mas acho a vibe bem legal e combinou bastante com a proposta deles.


Agora já na pegada eletrônica, esses outros remixes são bem animadinhos ~leia-se baladinha~ e eu particularmente curto muito. Acho que alguns são tão fodas que parece que a música já é assim. Essa aqui é tãão sensual <3


Um som clássico com um remix clássico. Não tinha como ficar ruim.


Angels é um som que eu literalmente viajo ~na real isso acontece com todas do The XX, but, né~ esse remix é bem deep lounge e combinou total com a vibe da música original.


Agora invertendo um pouco os fatores, esse é um cover do The XX com uma música da Florence. Esse remix já é super manjadinho mas seria impossível não falar dele aqui no post <3


Esse já é bem diferente de todos. Tem Bastille, Ella e The XX. Achei lindo, divino e viciante.


Uma coisa que eu piro é com a Intro do primeiro cd do The XX. Kanye West ~gênio~ misturado com a Intro, só poderia ser algo no mínimo foda.


The 1975 tem remixes lindos. Um dos que eu mais gostei, foi um colega que passou ~bjo pra ti, Sandall~ fiquei viciada <3


Se CHVRCHES já é super lindo, imagina com um remix mais lindo ainda. Esse é ao contrário do The X, a original é mais agitada e o remix ficou mais down, só mais pro final que fica super up. Mas ainda assim eu adoro.


Ellie Goulding é o tipo de guria que consegue fazer o que poucas conseguem. Com sons bem próprios do estilo dela, ela não é pop, mas também não é rock. Mas os remixes das músicas dela são tão bons quanto as originais, vale ouvir.


Teve uma época que eu era super viciadinha em dupstep. Não lembro de todas que ouvia, mas tem esse remix da Marina and the Diamonds que é SENSACIONAL. Puro amor!


xoxo,
tatah :}










terça-feira, 16 de setembro de 2014

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"Um concerto para levar"

Existe algum tipo de magia na mistura de improvisação de músicos apreensivos, usando instrumentos emprestados, tocando em locações inusitadas onde quase ninguém os reconhece, enquanto uma câmera tremula captura a cena, o cenário e a música acústica. A toada não é exclusiva de apenas um autor/diretor porém se há alguém que a compõe com maestria esse pout-pourri audiográfico é a série de vídeos do site francês, La Blogothéque, e seu projeto “Un concerte à emporter” ou “A Takeaway show”. O La Blogothéque, atua como uma espécie de hub de cultura independente assim como o Pitchfork que entre outros projetos abriga este conjunto fonofilmográfico. O cineasta independente Mathieu Saura, a.k.a Vincent Moon, nascido (1979) e criado em paris, é o principal “doador” de olhos e ouvidos na direção dos Takeaway shows. Os clipes, geralmente feitos com planos longos e dançantes de um take e sem ensaios, cativaram o público de tal forma que o New York Times publicou “Vincent Moon reinventou o clipe musical”. Moon, é detentor de uma extensa e supreendentemente impressionante (é sério!) filmografia, composta por uma série de longas, curtas, clipes e documentários. Nestes pequenos concertos de rua, Moon traz bandas consagradas como Mumford and Sons, Arcade Fire, Phoenix, The Kooks mas também artistas menores, como The Spinto Band, Noah & the Whale e Andrew Bird. Trabalhou também com alguns artistas brasileiros como Rodrigo Amarante, Tom Zé, Holger, Yamandu Costa, Bnegão e Criolo.
Mumford and Sons
Rodrigo Amarante – irene -
O ponto de vista cru da série é altamente atrativo pois coloca o telespectador na posição de alguém que estava lá quando aquele momento único aconteceu. Talvez, de todas as coisas que formam meu amor pela cultura/música indie, o que mais me interessa é como lhe veste bem a simplicidade. Não necessita de grandes pirotecnias ou confettis. O mais simples rendez-vous artístico por si só é o inteiro festival que a alma precisa. Of Monsters and men - Dirty Paws Yeasayer – No need to worry/Red cave -
A série “Un Concert à Emporter” foi para mim seguramente uma das principais fontes de música independente assim como de arte audiovisual de qualidade durante um bom tempo, e que ainda hoje, volta e meia vira trilha sonora de atividades diárias.



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

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Indie electronic


Uma vertente do indie rock que vem tomando bastante espaço é o Indie Electronic. Conhecido também por indie pop. É super verdade que músicas eletrônicas vão ao contrário sobre tudo que pensamos sobre o universo alternativo, buuuuuut, o indie electronic continua sendo só nosso.

A cada dia eu venho descobrindo mais coisas legais e vou viciando em novas bandas. A NONONO, trio sueco que teve seu início em 2012, sabe bem do que eu gosto. Acho incrível a melodia, o vocal e todo o paranauê deles <3


Agora vamos falar de um lado mais sex, drugs and rock'n'roll hahahaha Sério! Véi, na booooa, se tem uma coisa que me deixa de cabelo em pé e vontade de sair dançando é esse tipo de som que o ASTR consegue fazer. Porque assim, fazer remix de uma música boa, todo mundo consegue, agora quero ver fazer esse som. SIM, EU PIRO! :3 :3 :3


Que Chet Faker ~Nicholas James Murphy~ é um puta artista todo mundo sabe e eu não poderia deixar de citar ele nesse post. Juntando o cara com Flume ~Harley Edward Streten~ o resultado só poderia ser no mínimo fantástico. Esse som já é bem manjadinho, mas nunca perderá seu valor, até porque é daquelas que eu saio da casinha HE-HE.


Uma das minhas bandas queridinhas, é Capital Cities. Os caras conseguem fazer algo normal ficar com uma cara só deles e consequentemente, foda demais. Apesar de ser viciada na música Kangaroo Court, hoje vou deixar aqui o clipe da I Sold My Bed, But Not My Stereo <3


Outra que já é figura repetida mas que merecidamente precisa estar neste post, é The Bay do Metronomy. Não é só o sotaque britânico dos caras que faz a coisa ficar massa, além disso tem toda essa atmosfera que é única deles.


Tenho certeza que poucos conhecem FLXXDS. Os sons dos caras é algo meio dubstep, meio indie, meio rock e meio pop. Uma mistura de tudo que existe de bom, eles fazem um som beeeeem tenso ~o lado tenso da coisa, no caso~. Devil Inside é com certeza a melhor deles.


Agora falando em sucesso das pistinhas, Kiesza é multi tarefas e talentosa em tudo. A canadense é cantora, compositora, instrumentista, atriz, dançarina e modelo. OI? Pois é. Só sei que Hideaway é o tipo de som que bota qualquer baladinha pra tremer ~adoro esse clipe~.


Já citei a MØ aqui antes, mas sem sombra de dúvidas ela também tem que estar aqui. A música dessa vez é a Maiden, que na booooooooa, é mais uma daquelas que SABE NÉ? hahaha


Phantogram tem uma lista de músicas fodas, mas hoje vou deixar aqui uma que eu tenho ouvido muito nos últimos dias, Black out days. 


Com She Wants Revenge rola uma certa paixão antiga pelas músicas dos caras. Tear you apart é sem sombra de dúvidas uma das minhas preferidas. Essa vibe mais antiga mas mesmo assim atual, é o que torna a coisa toda foda.


Se Wolfmother já é fudido, imagina com remix do MSTRKRFT. Não tenho nem palavras pra descrever o quanto esse som é perfeição. Entrou na minha playlist do repeat a um bom tempo.


Essa é da lista old but gold. Lose yourself to dance é quase que um hino já. Uma das minhas músicas preferidas do último cd do Daft Punk. É certo que já ouvi muito no repeat.


Outra old but gold ~mas mais old ainda~ é Closer do NiN. Não dá pra descrever essa música e ainda se desse, eu precisaria de uns 3 posts :3


Outra do NiN que merece logicamente estar aqui é Physical. O que falar? Sem palavras, é claro hahahaha


Breton é um dos caras que me inspirou pra fazer esse post. Deixei ele pro final porque os últimos sempre serão os primeiros hahaha. Curto basicamente todos os sons dele, mas sempre tem uma que é especial. E é essa aí <3


Stereo Alchemy é uma música que toda vez que escuto consigo pirar. Uma vibe sensual, a melodia vai te levando e quando você vê... <3


xoxo,
tatah :}